Nota de Falecimento: Margaret Thatcher (1925-2013)

Bom, você deve estar se perguntando o motivo de um blog sobre cinema,séries de TV e similares estar publicando um obituário sobre a morte de uma ex-primeira ministra, mas saiba que mesmo que eu tenha conhecido Margareth Thatcher pelo filme "A Dama de Ferro", não comecei a idolatra-la por causa da interpretação histórica de Meryl Streep, comecei a gostar de tudo o que fazia quando comecei a fazer o que mais gosto de fazer: estudar e pesquisar sobre a história.

Não vou fazer uma trajetória e nem uma retrospectiva sobre o que essa mulher fez pela Inglaterra e pelo mundo, até porque nossos colunistas com certeza escreverão uma dissertação sobre o mesmo. Venho aqui demonstrar todo meu "amor" pela dama de ferro.
O que mais me faz gostar dela é vir de onde veio e chegar aonde chegou, toda a força de vontade, toda a coragem de enfrentar uma Argentina ditatorial, toda a coragem de enfrentar um parlamento cheio de machistas e ignorantes. Tudo que a baronesa Thatcher fez, me inspiraram (e inspiram) para fazer muita coisa na minha vida, inclusive este blog que vocês todo dia (claro), porque muitas vezes no desanimo, você bem sabe que temos vontade de jogar tudo para o ar e desistir, mas sempre que esse sentimento me aflige, eu ia (e continuo indo) no youtube e assistia dois vídeos: o Trailer 2 de "A Dama de Ferro" e o vídeo que Margaret diz em pleno parlamento "Não! Não! Não!"a União Européia (decisão sábia, visto que hoje não é mais União Européia e sim a União Alemã, porque quem coordena empréstimos,realiza sanções é tudo o país de Angela Merkel (outra mulher que admiro)), pois não são todos que teriam essa coragem.
Não sou conservador, estou mais para liberal, no entanto não é a política defendida por Margaret que me fascina, e sim, tudo que ela realizou e ensinou, desde enfrentar sindicatos até liderar uma guerra às Malvinas, ou mais precisamente, a Argentina.
Hoje é um dia muito triste para mim, que perco uma grande ídolo política, mas eu fico contente de saber que eu estive vivo para ver e rever toda a história que essa grande mulher fez. Ela foi (e sempre será) umas das minhas maiores inspirações.
Desculpe os argentinos (gosto muito de vocês) e aos oposicionista.
Margaret fará falta, principalmente sua pérolas sobre economia, desenvolvimento e vida.



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